Arquivo do mês: maio 2008

A verdade sobre a administração pública em Bananal

O nobre leitor deve ter acompanhando o post que falava sobre Bananal, uma pequena cidade encravada no Vale do Paraíba, onde este que vos escrever passou da infância até os 18 anos.

Quando satirizei o “excelente” atendimento prestado por nossa Unidade Mista de Saúde quando ocorreu um acidente com um caminhão da marinha nas cercanias da cidade (Leia o texto aqui), um sujeito (a), que não teve sequer a coragem de se identificar, deixou um comentário bem extenso, que nada mais é que uma reportagem veiculada no site oficial da cidade. Como eu disse em minha resposta lá, repito aqui: Aquilo só transformou o acontecido numa piada ainda maior. Lamentavelmente, não há graça no desfecho, pois houve pelo menos 1 morte no acidente, se não me engano.

Mas o que eu quero mostrar aqui para você, caro leitor, e para o “bananalense” que veio tentar justificar o injustificável, são as mazelas políticas orquestradas pela atual prefeita, Miriam Bruno.

Mas não serão com palavras, mas sim como imagens. Uma rua que a prefeitura afirma ter drenado e pavimentado. Uma pista de skate que teve sua obra paralisada por denúncias de irregularidades. E, pasmem caro leitor, uma faixa de agradecimento colocada pela própria prefeitura, como se a comunidade estivesse agradecendo… Lamentável.

Mate sua curiosidade, caro leitor: Clique aqui!!! (Prestem atenção para a data de conclusão da obra)

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Parada Gay em São Paulo

Em uma conversa informal neste final de semana, chegamos a um acordo: a Parada Gay só acontece porque há um bom giro de dinheiro.

Isso é facilmente verificado pela quantidade de pessoas que dela participam. Ônibus chegando de todas as partes, hotéis da Avenida Paulista com boa ocupação, pacotes especiais nas agências de turismo e fora o consumo ao transcorrer da Parada.

Se não fosse pelo dinheiro, a “borracha” ia descer nessa turma.

Não pense que isso acontece por conta dos novos tempos ou do “politicamente correto” ou ainda da igualdade de direitos, etc, etc, etc.

Os acontecimentos do último domingo – uso de drogas, bebedeira, atropelamento, saques e outras mazelas – são suficientes para que se ponha um ponto final neste “evento”.

E não pense você, caro leitor, que é algo ligado a preconceito. Como prova disso (se é que preciso provar alguma coisa) posso citar essa tal “Marcha para Jesus”, outro absurdo tão grande quanto a parada gay. Tanto é verdade que já escrevi sobre isso no passado e se você, caro leitor, quiser relembrar ou mesmo tomar conhecimento do artigo, clique aqui!

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A volta dos que não foram

Caro Leitor

Nós, do Cotidiano Nacional, voltamos hoje de uma quinzena em férias. Férias que serviram mais para ajustar problemas pessoais e adiantar outros projetos que seguem concomitantemente à essa vida de trabalho. Certamente, se não precisássemos trabalhar, os projetos estariam por demais adiantados.

Mas o leitor deve estar se perguntando: “Como assim, férias? Quando foi que fomos avisados sobre essa ausência?”. A resposta certamente está no título deste post, pois estamos voltando sem, no entanto, ter dito nenhuma palavra sequer sobre isso.

Pedimos desculpa pela ausência extremada e pretendemos, sem que isso se configure uma promessa, sermos mais constante daqui para diante, até mesmo para fazer jus ao nosso nome.

Uma boa semana a todos e fiquem conosco. Opine, discorde, critique e participe de nossos devaneios.

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A intrigante saga do salitre

Tudo começou quando ouvi uma conversa sobre a comida do restaurante ter muito salitre, por isso a pessoa se sentia “estufada”.

Desde então, o postSalitre: mito ou sabedoria popular?” se transformou no texto mais lido do Cotidiano Nacional, com números que para nossos padrões, estão superando e muito nossas expectativas.

Para quem se lembra do “Os mais lidos do Cotidiano Nacional“, o post mais lido era a história dos golfinhos do Pará (atualmente como o terceiro mais lido), que tinha os olhos arrancados para fazer amuletos para os homens. Esse artigo foi publicado em 16/07/2007 e marcava 191 acessos contra 91 acessos do 2ª colocado.

Já a história do salitre superou e muito essa marca, alcançando até agora 631 acessos, recorde absoluto, e deixando o 2ª mais lido muito atrás, com 329 visualizações. Este fala sobre o fim do fim do mundo. O asteróide Apofis que estava em rota de colisão com a Terra, após novas mediações da Nasa parece que passará ao largo de nosso planeta.

Por conta dessa “explosão” de popularidade do salitre, comprometi-me com alguns leitores pesquisar mais sobre o salitre e como pode ter surgido toda essa história de ser usado nos restaurantes, penitencias e internatos (como teria sugerido um leitor).

Continue nos acompanhando que muito em breve teremos mais sobre o salitre.

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Arquivado em Cotidiano Nacional, Especial Salitre

O fim da CPMF

Não, caro Leitor! Eu não estou atrasado na notícia e nem fiquei sabendo somente agora do fim da CPMF.

Esse post é mais uma constatação: nunca foi tão prazeroso sacar dinheiro no banco, sem se preocupar em deixar aquela quirela para pagar a CPMF, um dos impostos mais vergonhosos deste país (deve haver outros, certamente).

Eu confesso que nem de longe imaginava que um dia esse imposto desapareceria. Obviamente que o governo não perdeu nada pois aumentou outros impostos e nós, como sempre, continuamos a pagar as contas deste “gastão”.

Isso é facilmente comprovado com matéria publica na Folha Online em que a arrecadação de impostos aumentou 13% apenas no primeiro trimestre. São números de arrepiar. Foram R$ 162 bilhões. Sabe quanto isso representa? Eu também não, mas não vou fazer aquela conta ridículo demonstrando quantas casas podem ser construídas com esse dinheiro ou quantos carros populares a gente consegue comprar.

Mas tudo isso não importa. Afinal, agora temos terremoto, furacão, somos pentacampeões e podemos sacar dinheiro do banco sem problemas.

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