A taça do mundo é nossa

Há exatos 50 anos o Brasil entrava para o rol da fama do futebol. Depois dos fracassos de 50 e 54, no Brasil e na Suíça respectivamente a seleção brasileira conquistava seu primeiro título mundial.

Foi num domingo, na Suécia, contra os donos da casa, um passeio em campo: Brasil 5 x 2 Suécia. Daquela equipe fantástica, 13 ainda estão vivos, dentre eles: Gilmar, Pepe, Zito, Zagalo e Pelé.

Na época meu pai tinha 8 anos e não tive oportunidade de, em vida, questioná-lo sobre suas possíveis lembranças do acontecimento. Mas hoje é bastante emocionante ouvir as histórias dos ex-jogadores. As mais interessantes são em relação aos prêmios que a eles foram dados ou prometidos, pois alguns até hoje ainda não foram entregues.

Naquela época os jogadores não ganhavam os rios de dinheiro que ganham hoje, e atualmente muitos passam dificuldades financeiras e sérios problemas de saúde. Segundo informações veiculadas em um programa esportivo da TV aberta, parece que estudam a possibilidade de conceder uma aposentadoria vitalícia aos 13 “sobreviventes” de 1958, paga pela CBF.

Ainda neste mesmo programa esportivo contaram que em 1958 a seleção fez dois amistosos na Itália, e o pagamento por cada amistoso foi de 12 mil dólares. Atualmente uma apresentação da seleção rende 2 milhões de dólares aos cofres da CBF.

Dinheiro não é problema, falta é vontade política dos coronéis do futebol. Seria um prêmio tardio, mas mais do que justificável.

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