PR: A polícia é outra; a lambança é a mesma

Algumas tragédias podem acontecer na vida de qualquer um. A isso damos o nome de fatalidade. Porém, fatalidade acontece uma única vez na vida de uma família. Acontecer de novo é como se um raio caísse duas vezes no mesmo lugar.

Tudo isso dito acima perde parte do sentido. As famílias são diferentes. Os (ir) responsáveis são diferentes. Poderíamos considerar ambos os casos uma fatalidade. Mas não foram fatalidades.

A morte do menino João Roberto e da jovem Rafaele está longe de ser uma fatalidade. É, infelizmente, uma rotina.

Policiais despreparados, mal equipados, mal pagos e certamente corruptos, perseguindo colegas bandidos, confundem os carros e metralham sem nenhuma chance de defesa inocentes que – podemos usar aquela frase idiota, mas verdadeira para o atual cenário – estavam no local errado na hora errada.

Veja a situação: os inocentes é que são culpados porque estavam na hora errada no local errado.  Absurdo completo. Na verdade são aqueles policiais que estavam na hora errada e no lugar errado. Estou sendo injusto jogando todos num mesmo saco? Provem-me o contrário!

A coisa vai de mal a pior. A frase usada no Rio de Janeiro é disseminada Brasil afora: “a ação foi desastrosa”. Isso deve servir muito para pais que enterram seus filhos, algo dolorido demais por fugir da regra natural da vida.

Não há mais o que dizer. Enterremos nossos mortos!

Para saber mais: Jovem é morta por engano no Paraná

Anúncios

Deixe um comentário

Arquivado em Viagens pelos Estados

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s