Piquet: talento hereditário

Ontem foi um dia especial na fórmula 1. Principalmente para mim que cresci acompanhando a carreira de Nelson Piquet, atingindo seu auge com o tricampeonato em 1987.

Naquela época comprava o jornal na segunda-feira e recortava tudo sobre a corrida e colava em um caderno. Fui ao interior neste final de semana e mal tive tempo (e nem lembrei também) de perguntar para minha mãe se esse caderno ainda existe.

Mas aquela manhã foi especial. E olha que curioso. A última vez que vi um Piquet no pódio foi naquela mesma casa, naquela mesma sala.

O segundo lugar de Nelsinho Piquet foi comemorado por mim como há muito tempo não comemorava o resultado de uma corrida. Nem mesmo as vitórias de Massa ou o regresso de Barrichelo ao pódio trouxe-me tanta alegria.

Que Nelsinho Piquet ainda traga muita alegria para os torcedores brasileiros, tanto para os novos quanto para os velhos (nem tão velhos assim).

Foto: Martin Meissner/AP

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