Arquivo do mês: dezembro 2008

Recesso

O Cotidiano Nacional está em recesso desde o dia 23/12 e ficará até o dia 05/01/09 quando retornaremos com nossa atividade normal.

Enquanto isso, tanto o novo leitor quanto o leitor diário de nosso blog poderá reler os posts que fizeram o maior sucesso nesses 18 meses.

Foram 241 posts e 32.264 acessos até hoje. O maior sucesso do CN é o post que fala do salitre. É o mais acessado e tem um número muito superior ao segundo colocado: 3.284  contra 976.

A história nasceu de uma conversa entre duas garotas que afirmavam que a comida do restaurante continha salitre. Leia ou relembre “Salitre: mito ou sabedoria popular?

Em segundo lugar com os já mencionados 976 acessos está o “Apofis não destruirá o planeta“, que conta o que acontecerá se o asteróide Apofis atingir a Terra em 2036, conforme previsão dos astrônomos.

Em seguida, com 953 acessos, está o maior atentado terrorista da história, na opinião do CN. “06 de agosto: aniversário do maior atentado terrorista da História” classifica as bombas atômicas jogadas sobre Hiroshima e Nagasaki como um atentado. Mais de 240.000 pessoas morreram em conseqüências das explosões.

No estado do Pará, o mais “problematico” da Federação, homens precisam de amuletos para conquistar mulheres. A boa conversa perdeu espaço para o olho do golfinho. E por causa dessa crendice imbecil levada adiante por ignorantes é que faz com que esses animais estejam ameaçados. Com 687 acessos, “Para: a caça aos golfinhos” ocupa a quarta colocação entre os mais acessados do Cotidiano Nacional.

O “Terremoto em São Paulo” também foi bastante acessado, principalmente se levarmos em conta que ele aconteceu mais recentemente em relação a outros posts, e por essa mesma razão é um campeão de acesso. Saiba como foi o evento que marcou o país no ano de 2008, como 612 pessoas já fizeram.

E para terminar, indicamos ainda os posts “Curtas e Grossas” e “A importância da internet“. O primeiro, com 571 acessos, são comentários sobre várias situações ocorridas à época, e que acabaram virando uma série. O segundo relata como a internet tem restaurado velhas paixões, com 513 acessos.

E ainda há muito mais para se ler no CN. Basta que o leitor navegue por nosso blog e conheça nossa opinião sobre diversos assuntos. Dê-nos o prazer da sua companhia.

O Cotidiano Nacional deseja a todos um excelente ano de 2009 e que principalmente possamos contar com as visitas de nossos leitores, que nos faz levar adiante este projeto, por acreditar na necessidade e importância de uma opinião diferenciada daquela apresentada pela grande mídia.

Por todo o nosso sucesso, o nosso MUITO OBRIGADO!

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Moedas do mundo e a volta aos Estados

Para o próximo ano o Cotidiano Nacional terá algumas novidades, novas seções e continuação de outras, que foram bastante apreciadas por nossos leitores.

A novidade fica por conta da volta ao mundo que o CN dará a partir de janeiro. E a representação desta volta será a exposição de moedas de diversos países. Além das moedas o CN contará algumas curiosidades do país visitado.

E em 2009 voltaremos com a série “Viagens pelos Estados“. Essa série  apresenta as notícias mais curiosas do Estado visitado pelo CN.

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Os crimes em Carapicuíba

Os recentes crimes descobertos em Carapicuíba tomaram conta do noticiário, pelo menos aqui em São Paulo.

A descoberta de um 13º corpo no Parque dos Paturis chamou a atenção da polícia para um possível assassino em série.

Isso mesmo: só depois do 13º assassinato é que a polícia começou a cogitar que os crimes teriam ligação. E ao que parece, esses assassinatos aconteceram num curto espaço de tempo, um ano e meio ou coisa do tipo.

Talvez inicialmente pudessem cogitar que o local serviria de “desova”, termo usado quando pessoas assassinadas em um local são deixadas em outro. O Parque é assombroso e carece de grande investimento da prefeitura para se tornar um local para que seres humanos possam freqüentá-lo.

A cidade é muito mal cuidada, resultado de várias administrações preocupadas apenas em desviar dinheiro público. Denuncias existem aos montes. Culpa de quem? Quem é que vota?

A Polícia Militar colocou uma viatura em um ponto do parque, mas creio que esteja longe de resolver o problema. Antes de mais nada seria preciso uma injeção de ânimo em toda a cidade. Uma cidade sem cultura, sem educação, sem nada.

O suspeito pelas mortes já está preso, mas isso não trouxe segurança ao local. À noite ele continua escuro e é uma área muito grande para que uma viatura parada dê conta do recado.

Numa manhã dessas encontrei com o prefeito eleito fazendo cooper pelo parque. Apenas acenei com a cabeça, mas tive vontade de dizer o que esperava de sua administração. Ele concorreu na eleição passada e perdeu e agora surpreendeu levando a prefeitura ainda em primeiro turno. 

Pensei melhor e sendo ele do PT, o aceno ficou de bom tamanho. Quem sabe numa outra oportunidade eu gaste um pouco mais de saliva.

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A sapatada de Bush

O Cotidiano Nacional tem como missão (agora é moda ter a missão enquadrada na parede da empresa) mostrar a notícia de outro ângulo. Muitas vezes mais crítico, muitas vezes mais cruel.

O episódio do jornalista iraquiano que atirou seus sapatos no presidente americano George Bush não passou desapercebido de nossa reflexão.

Sem levar em consideração a ofensa grave que é para aquele povo mostrar a sola do sapato – para nós seria mesmo só se o sapato atingisse o alvo – foi um episódio lamentável, mesmo que o alvo fosse o desastroso presidente americano.

Que ele fez suas lambanças e pelo jeito continuará fazendo até o último dia de seu mandato, ele não deixa de ser uma autoridade, que foi escolhido para conduzir o seu país, pela maioria e por duas vezes.

Ele merece respeito por tudo isso. Porque se levarmos tudo a ferro e fogo, daqui a pouco estaremos praticando atentados contra nossos governantes. Bush é desastroso, como assim também é o presidente Lula ao permitir corrupção em seu governo, ao falar bobagens nos quatros cantos do país, ao tentar cercear o direito de imprensa; o presidente do Equador, Rafael Correa, que pretende dar calote em uma dívida que seu país tem com o BNDES; o presidente Hugo Chavez da Venezuela, que mais parece um bobo da corte; os inúmeros presidentes africanos que perpetuam-se no poder enquanto seu povo morre de fome, sede  e de doenças.

Para não ir muito longe, você não teria vontade de atirar, com uma arma de fogo, em pessoas como Celso Pitta, Paulo Maluf, Marta Suplicy dentre outros tantos políticos corruptos e incompetentes? Mas quem transformam-os em mandatários? Somos nós!

Antes de atacar seu sapato ou mesmo vociferar uma crítica, pense no que fez na eleição passada.

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O mundo dos cientistas

Pela terceira vez começo a escrever a este post e certamente agora ele terá o seu fim. Não sei porque encontrei tanta dificuldade em falar sobre esse assunto, mas como estou de certa forma envolvido nele, aconteceram alguns bloqueios que nem sei se vão acontecer novamente, mas o importante é chegar ao fim.

Quando vou escrever um artigo raramente faço rascunhos ou penso antes de escrever. A idéia vem e eu começo a digitar. Faço uma revisão e corrijo os erros de português que consigo encontrar. De resto, podemos dizer que é originalíssimo, pois acabou de “nascer”

Não há como negar que os cientistas não são pessoas comuns. Mas isso não significa que eles são melhores. Acho até que enfrentam mais dificuldades, justamente por essa diferença. E para mim isso não é diferente. Como sou um homem “dedicado a ciência”, não me considero uma pessoa comum.

Nós até tentamos participar das mesmas coisas. Nos esforçamos para “entrar” naquele mundo, que parece ser o mais divertido de todos. Mas é impossível não olhar para eles com outros olhos.

É um sentimento bastante curioso, longe de ser algo para ser orgulhar ou para se vangloriar, mas sempre estamos pensando em algo que nos faz ficar totalmente deslocado em uma festa, por exemplo. Por mais que o recinto esteja lotado, parece que somos solitários.

É assim o dia-a-dia de alguém que escolheu a ciência. Ou como diria a música: “de escolha própria, escolheu a solidão”.

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O homem mais azarado do mundo

Não há como negar que sorte e azar existem, mas como já contamos aqui, depende muito do que vem depois.

Para Roberto Dinamite não foi diferente. Ele é o homem mais azarado do mundo. Primeiro porque é vascaíno, segundo porque colheu tudo que foi plantado por Eurico Miranda e agora está lá, na segunda divisão do futebol brasileiro.

E foi exatamente quando aparece alguém que poderia acabar com o “reinado” de um mau caráter como Eurico Miranda, que o Vasco vive seu pior momento em sua história.

Não dá para culpar o Roberto pelo rebaixamento, mas a culpa deve ser atribuída ao Eurico.

Agora resta ao Vasco disputar a segundona e aproveito para mandar um recado aos vascaínos: Podem ficar tranqüilos, o vice-campeão da segundona também sobe.

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Amigo secreto

ATENÇÃO: este texto é extremamente preconceituoso. Se tiver algum problema quanto a isso, por favor, não leia

Quem nunca brincou de amigo secreto uma vez na vida? Pode ter sido na época da escola, em família ou no ambiente de trabalho.

Esses exemplos citados acima são comuns e acontecem anualmente. Mas o que eu vou contar agora, pelo menos para mim, não tem muito sentido e passa perto do preconceito, e não tenho vergonha de ter preconceito em relação a isso (na seqüência do texto eu explico).

Diariamente utilizo uma linha de ônibus especial para ir ao trabalho. Ela custa um pouco mais cara do que as demais chamada de “cata-louco” e as poltronas são reclináveis. Quase um ônibus de viagem.

Mas não pense que o preço mais alto faz do ônibus um local de pessoas mais refinadas. Existem vários tipos de pessoas e é ai que começa a minha história de preconceito. Eu não tenho preconceito contra negros, judeus, pobres, etc. Meu preconceito reside na ignorância.

E neste ônibus existem várias pessoas nessas condições. Alguns chegam ao ponto de dizer que pegam aquele ônibus porque ele é mais confortável, mesmo que essas pessoas só consigam um assento depois de 1 hora, hora e meia de viagem. Vai entender.

Sem falar naquelas pessoas que falam alto, ou que vão ouvindo músicas de todos os tipos e sempre dos piores tipos possíveis. E muitas outras mazelas vão ocorrendo durante a viagem.

Mas o fundo do ônibus é o pior. Denominado “ignorantemente” de “cozinha”, é lá que vão as pessoas que mais se identificam (pausa para uma singela gargalhada) e se consideram amigas. Lamentável.

E no mês passado as conversas diárias eram sobre o planejamento de um amigo secreto no ônibus. Isso mesmo, amigo secreto entre os passageiros do ônibus, pelo menos entre os integrantes da “elite” que freqüentam a “cozinha” do ônibus.

Vou poupar o nobre leitor dos detalhes, mas combinaram inclusive de levar comes e bebes e cada um deu a sua sugestão de presente. A “pobreza” é tamanha que todas as mulheres pediram o mesmo perfume que inclusive era vendido por uma delas. E os rapazes? Perfume masculino, obviamente. Só uma garota que escolheu uma sandália e trouxe o modelo, a loja e até o cartão do vendedor. Isso apesar de ser bastante prático, acaba com o prazer da pessoa escolher um presente e tentar satisfazer o presenteado. Eu sei que isso beira mais o romantismo do que a praticidade. Mas é pedir demais para eles.

Na data marcada para o evento fiz questão de utilizar outro meio de transporte para chegar ao meu trabalho. Não dá para passar por constrangimentos no caminho para o trabalho.

Dias depois, fiquei sabendo de forma involuntária do resultado da festa. O amigo secreto não aconteceu por conta de um recado mal entendido e pessimamente transmitido. Não sei se todos ficaram satisfeitos, mas fiquei sabendo que tinha gente que comprou o presente e até agora não pagou. E para piorar, não está mais pegando o ônibus. Calote mesmo.

Talvez eu esteja exagerando ou talvez hoje seja um dia ruim para mim, mas que vida medíocre tem essas pessoas. A pobreza de espírito beira a miserabilidade e eu sou extremamente preconceituoso em relação a isso. Não me refiro a pobreza financeira, porque eu também não tenho dinheiro, mas falo da pior das pobrezas. A pobreza intelectual, cultural e moral.

É assim o dia-a-dia das pessoas que moram no entorno de uma grande cidade. E pode ter certeza de uma coisa. Quanto mais longe, pior.

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