Arquivo do mês: janeiro 2009

Feliz ano novo

O ano está quase começando. As coisas aos poucos vão voltando ao normal e agora só nos resta mesmo esperar o carnaval passar para finalmente “começar” a todo vapor.

Pelo menos no Brasil o ano demora um pouco mais para começar e termina muito antes do prazo oficial. Que remédio! A desculpa, como sempre, está na nossa “cultura”.

Enquanto o ano não começa vamos mandar nossas primeiras sapatadas, as sapatadas  do Cotidiano Nacional:

– Além do Brasil, a China também começa o ano de forma diferente. O ano novo chinês começou por esses dias. É o ano do boi. Para nós, esse ano representa um ano de muito churrasco e festa, só não sei o que vamos comemorar.

– A crise econômica parece não estar afetando o Brasil. Pelo menos é o que insiste em dizer nosso ministro da fazenda. Se não fosse pela perda dos empregos, eu também teria um pouco de dúvidas sobre a eficácia da crise. Os primeiros números do setor automobilístico, um dos mais afetados pela crise, segundo os entendidos, já bateu recorde de venda nesse mês. E o mês nem acabou.

– Começa a corrida presidencial ao Palácio do Planalto. Os nomes para o substituto de Lula começam a aparecer com mais frequência nos jornais. O PSDB parece que prefere o governador paulista José Serra, em detrimento do mineiro Aécio Neves. No lado petista, a “sargentona” Dilma Roussef é a preferida. Analistas políticos acreditam que a escolha de Serra pelo PSDB pode fazer com que pela primeira vez o país seja governado por uma mulher.

– Falando em presidente, tomou posse no último dia 20 o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos, Barack Obama. Nunca antes na história daquele país se viu tanta festa para um presidente. Sua primeira grande decisão foi fechar a prisão militar de Guantánamo, em Cuba. Parabéns ao novo presidente pela decisão, mas onde vão colocar todos aqueles presos, que são considerados de alta periculosidade? Será a boa e velha demagogia?

– Ainda na esfera presidencial, ocorreu hoje na Bolívia um referendo que mudará a constituição, caso o SIM saia vencedor, permitindo a perpetuação de Evo Morales na presidência daquele país. Não é perpetuação, é reeleição. Cá entre nós, dá na mesma quando se fala em nações subdesenvolvidas da América Latina. Assim como na Venezuela e futuramente no Equador, o povo está votando a favor de uma ditadura.

– Falando um pouco de esporte, já temos o time escolhido para concorrer ao título de “A piada do ano”. O Corinthians, depois de ter sido rebaixado para a segundona do campeonato brasileiro e comemorar o título conquistado em cima de nenhuma equipe de expressão, contratou Ronaldo Fenômeno para compor seu elenco de notáveis. Além do Ronaldo tem o… e tem também o…. enfim, pelo menos tem o Ronaldo. Depois de empatar com o “fortíssimo” Barueri em casa, o Corinthians “goleou” o Bragantino por 1 x 0. Mas jogou sem o Ronaldo. Este deve ser para o Corinthians o que o Romário foi para o Flamengo e Vasco: dívidas eternas e impagáveis.

– A cidade de São Paulo fez aniversário neste domingo. Como é tradição, eventos acontecem por toda a cidade, mas nada de muita novidade. Também neste domingo, a Universidade de São Paulo – USP – comemorou 75 anos de criação. Parabéns!

E chega de sapatadas por hoje!

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A tecnologia e o Cotidiano Nacional

Umas das poucas coisas me comovem tanto quanto a internet e suas tecnologias. Das tantas coisas que são possíveis fazer hoje em dia através da internet realmente me deixam de “queixo caído”.

Não sendo muito atrevido, apesar da plena admiração pelos avanços da rede mundial de computadores, muitas vezes demoro a conhecer ou mesmo experimentar os inúmeros serviços disponíveis na web. Mas como dizem, nunca é tarde para começar.

Desta forma, o Cotidiano Nacional estreou recentemente o site http://www.twitter.com, onde basicamente dizemos o que estamos fazendo e as pessoas podem seguir você, em tempo real.

Desde a semana passada, no canto superior direito do nosso blog, você pode acompanhar-nos e saber onde estamos e o que estamos fazendo.

Além disso, depois daquele acidente aéreo nos Estados Unidos, onde um avião fez um pouso forçado no rio Hudson e um empresário que ajudou no resgate enviou uma foto via celular para o twitter, nós também adotaremos essa prática.

Para testar a funcionalidade vamos mandar uma foto do blog atualizado. Aguarde e visite-nos!

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O assassinato de Barack Obama

Não pense o caro leitor que temos a melhores fontes do mundo ou que estamos fazendo uma brincadeira de mau gosto, alias, pode-se sim considerar de muito mau gosto o que eu vou contar agora.

Logo quando Barack Obama foi eleito presidente dos EUA, os ingleses, os quais eu considero o “povo” mais estranho do mundo, junto com seus colegas estadunidenses, já tinham um alto valor em apostas em relação ao assassinato do presidente recém eleito (aqui se aplica a reforma??).

Não é surpresa para mim que eles (ingleses) apostam em tudo que possa ser passível de obter um ou outro resultado. Até mesmo jogar um queijo do alto de um barranco e aposta de que lado ele vai cair ao chegar lá embaixo ou quanto tempo vai demorar pra descer, etc. Mas daí a apostar na morte de uma pessoa?

Por isso mesmo que um dos pouquíssimos lugares que tenho vontade de conhecer é a Inglaterra. Prefiro ir para a China a pisar em solo inglês. Mas se algum leitor desejar conhecer as terras da Rainha Elizabeth, por favor, não entre correndo em uma estação de metrô, sob pena de ser alvejado por trás, sem dó nem piedade.

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Uma imagem que vale por 1.000 palavras.

Há pouco ou quase nada o que se comentar sobre o acidente aéreo acontecido ontem em Nova Iorque.

Todas as pessoas que estavam na aeronave se salvaram depois que o piloto Chelsey B. Sullenberger, de 57 anos, fez um pouso de emergência nas águas do Rio Hudson.

Reproduzo aqui a imagem que mais me chamou a atenção ontem enquanto assistia aos telejornais. A foto é da agência internacional Reuters.

aviao_rio_hudson

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Ano novo às escuras

Do enviado especial a Bananal/SP

Foi por 30 minutos que não passamos o ano às escuras na pequena cidade de Bananal, no vale do Rio Paraiba, em São Paulo.

A cidade de pouco mais de 10.000 habitantes fica a 4 horas de São Paulo, 2 horas do Rio de Janeiro e pouco mais de 1 hora das centrais nucleares de Angra dos Reis. Mas a proximidade com os grandes centros do país não a impedem de por exemplo, ficar sem luz.

É perfeitamente aceitável se isso acontecesse lá nos confins do Nordeste ou Norte, ou mesmo em paragens do Centrooeste (pela reforma, é assim que escreve?), mas no Sudeste é inadmissível.

Mas esse nosso pensamento tá longe de ser a empafia paulista. Acontece que há 14 anos a situação era a mesma. Na passagem de ano choveu muito na cidade e a luz apagou. Antigamente era igual, era só chover que ficávamos sem luz.

O curioso é que praticamente nada mudou. A luz pisca por duas ou três vezes e na próxima ela apaga de vez. Acredito que seja um pouco demais, em pleno século XXI, alguns lugares ainda padecerem por conta de deficiência em infraestrutura.

Esse é o último ano do governo Lula e durante os 8 anos eu ouvi falar do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento – e foi só ouvir mesmo, porque não vejo nada de grandioso no país que comportasse as cifras anunciadas do referido programa, a não ser a transposição do Rio São Francisco.

Em 2009 eu desejo mais infraestrutura para o país, principalmente onde falta mais (Norte, Nordeste e Centrooeste) e também, porque não, melhorar o que já está bom.

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Cerco aos maus administradores

Já faz tempo que existe a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) que colocou um freio em alguns administradores públicos, em especial, nos prefeitos.

A Lei limita o percentual de gasto do dinheiro público evitando abusos por parte destes maus administradores, que insistem em corromper os cofres públicos.

Aliado a LRF existe ainda algumas regras que devem ser seguidas por prefeitos que estão deixando seus cargos, o chamado gabinete de transição. Por essas regras é necessário que haja uma integração entre as equipes de governo. Nada mais justo que o novo prefeito ou governador saiba o que vai “herdar” de seu antecessor.

Essas regras devem virar lei agora em 2009 e já valerá para a transição dos governadores no final do ano. Com isso, situações absurdas deverão ser evitadas sob pena de responsabilização desses maus políticos que ainda existem aos montes espalhados pelo país afora.

O Cotidiano Nacional passou o ano numa pequena cidade do interior paulista e tomou conhecimento de como as coisas estavam por lá em relação à administração local e o gabinete de transição.

A prefeita que deixou o cargo em 31 de dezembro não deixará nenhuma saudade e foi só decepção e esperamos sinceramente que seja responsabilizada no futuro por aquilo que não fez. Em relação a transição, mais um vexame. O prefeito eleito foi obrigado a conseguir na justiça o direito de participar da transição.

Esperamos que jamais qualquer cidade deste imenso Brasil tenha uma administração como dessa senhora. Ela passou em branco e a página de sua infeliz atuação deverá ser “arrancada” da história política daquela cidade.

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Maré verde

O Cotidiano Nacional visitou neste natal a cidade de Praia Grande, no litoral paulista.

Local bastante procurado nesses feriadões – talvez pela proximidade com a capital, talvez pelos preços um pouco mais acessíveis – o natal foi bastante tranquilo, com um bom movimento nas praias e nas estradas, mas nada que inviabilizasse o divertimento e lazer daqueles que escolheram o mesmo destino.

Diferentemente do que aconteceu no ano novo. Longas filas na estrada, praias lotadas e um arrastão na orla. Vergonhoso!

Mas deixando essas mazelas de lado, chamou-nos atenção que no mar, muito próximo a areia, eventualmente apareciam “manchas” de espuma verde (laranja para uns, amarelo para outros). Elas percorriam toda a praia e traziam desconforto aos banhistas.

Da praia muitas eram as especulações. Óleo? Ferrugem? Talvez algas. Na verdade, excesso de algas, o que não deixa de ser um problema. Se tem muito ou se tem pouco, o desequilíbrio é evidente. A espuma não era oleosa, nem tampouco sujava os banhistas. De perto parecia fragmentos de algas.

Com uma rápida pesquisa na internet não conseguimos apurar nada e então pedimos ao leitor que se, por ventura, passou por uma experiência semelhante ou que tenha conhecimento do que pode ser essa “maré verde”, entre em contato conosco e ajude-nos a esclarecer o bom leitor do CN acerca do ocorrido.

A infra-estrutura (como escreve isso com a reforma?) da cidade tem melhorado e o governo do estado tem investido bastante na orla. Os resultados são visíveis.

Esperamos que muito em breve esses investimentos possam proporcionar ao paulistano e ao turista uma praia melhor, mais limpa e mais urbana.

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