Arquivo do mês: fevereiro 2014

Para você que reclama dos programas de TV

Creio que uma das coisas inadimissíveis no dia de hoje são as reclamações contra as programações das emissoras de TV aberta.

E o motivo é tão simples que não é possível escrever muitas linhas sobre o assunto. E não pense o leitor, aqui, no caso, telespectador, que nós estamos defendendo os canais abertos. Nós estamos defendendo você.

Enquanto fomos os senhores absolutos do controle remoto, jamais seremos controlados pela televisão. É você quem decide o que entra na sua casa.

Não adianta ficar arriado no sofá, maldizendo os programas de televisão com a tevê ligada. Ou miss o canal ou desliga a tevê.

Conhecendo os programas da tevê aberta, quero dar um conselho: pegue um livro e leia. Mas não se esqueça de desligar a tevê.

E aproveite nossas dicas de leitura, toda sexta, aqui no Cotidiano Nacional.

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A Guerra Contra os Fracos

Nossa sugestão de leitura dessa semana conta uma história interessante dos Estados Unidos.

Muito antes de Hitler fazer o que fez, os americanos que tanto o combateram tinham ideias muito parecidas, no inicío do século XX.

A guerra contra os fracos, de Edwin Black, o mesmo autor de IBM e o Holocausto, fala da campanha norte-americana para criar uma raça superior. O nome disso: eugenia.

Pensadores influentes, cientistas reconhecidos e corporações poderosas como a Fundação Rockefeller e o Carnegie Instituto  patrocinaram a ideia de criar uma raça pretensamente superior, através da procriação seletiva.

Pelo menos 60 mil norte americanos – negros, brancos pobres, mexicanos, judeus, índios, epiléticos, alcoólatras e doentes mentais- foram internados, esterelizados ou mortos.

A teoria racial da Alemanha nazista, quem diria, nasceu nos Estados Unidos em 1904. Em 1927 a eugenia foi sancionada pela Suprema Corte.

A guerra contra os fracos, da editora A Girafa, tem 701 páginas e “revela uma realidade aterrorizante e presta um inestimável serviço a ética, ao mesmo tempo em que alerta para os perigos de a engenharia genética reviver esses nefastos ideias.” (2003)

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